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Operação Pandemia

Retirei isso de um fórum.

Alguns trechos que achei deveras importante sobre o vídeo:

Segunda a Organização Mundial da Saúde, nenhuma das 2.000.000 pessoas previstas para morrerem gripe aviária nos EUA de fato morreram.

Ao invés de 7.4 milhões de pessoas terem morrido de 2003 á 2006 da gripe aviária, houveram 271 mortos, o que estabelece cerca de 39 mortes por ano.Parece muito, mas a gripe comum mata 500.000 pessoas por ano no mundo.

Segundo o Conselho Nacional de Segurança uma pessoa tem mais possibilidades de morrer eletrificado por um raio que pela gripe aviária.

Mas isso já não importa hoje, pois todas as sociedades estão padecendo do impacto paranóico e abusivo da nova epidemia da moda: a gripe suína.

Segunda a Organização Mundial da Saúde até o dia 30 de junho de 2009 a H1N1 matou 382 pessoas. Porém, atualmente morrem no mundo 2 milhões (2.000.000) de pessoas por causa da malária; morrem 2 milhões de crianças por causa de diarréia, morrem a cada ano 10 milhões(10.000.000) de pessoas por causa de enfermidades curáveis, como sarampo ou pneumonia. Nenhuma dessas mortes são títulos de jornais.

Algumas médias.

» Em média, no Brasil, 1455 pessoas se infectam com AIDS por mês. Mas AIDS já não vende mais notícia.
» Em 2008, (dados parciais até out/2008) tivemos 5.124 casos de Hepatite B – HBV.
» Em 2007 o HBV teve 11.560 casos com 467 óbitos, taxa de mortalidade de 0,0403. O dobro do H1N1.
» 35.146 pessoas morreram no trânsito brasileiro.
» AIDS mata 31 vezes mais do que o influenza A. A taxa de mortalidade da AIDS é de 0,9 por 100.000 habitantes, o do H1N1 está em 0,029.
» 493.949 casos de dengue de janeiro a junho de 2007, com 93 mortes.
»500 mil mulheres morrem todo ano durante gravidez ou parto.

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Cho Seung-hui

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No dia 16 de abril de 2007, Cho Seung-hui, 23 anos, matou 32 pessoas e deixando mais quinze feridas na Universidade Estadual da Virgínia, em Blacksburg. Suicidou-se.

O possível motivo era o bullying enfrentado pelo estudante por seus colegas.

Aluno do último ano de letras, com especialização em inglês, Cho vivia na própria universidade.

“Havia alguma preocupação em relação a ele”, disse a diretora do Departamento de Literatura Inglesa da Virginia Tech, que não conhecia Cho pessoalmente.
“Às vezes, em redação criativa, as pessoas revelam coisas, e você nunca sabe se é apenas criação ou se elas estão descrevendo coisas, se elas estão imaginando coisas ou quão reais elas podem ser. Mas nós estamos todos alertados a não ignorar coisas como essas.”

Segundo a polícia, o estudante tinha o Greencard, que lhe permitia trabalhar nos Estados Unidos. Esse documento permitiu também que Cho comprasse sem dificuldades as armas que usou no massacre.

Uma pistola usada nos ataques havia sido comprada cinco semanas antes, por US$ 571 (R$ 1.163). O recibo da compra foi deixado por Cho em sua mochila.

Pelas leis da Virgínia, para comprar uma arma, basta ter mais de 18 anos, passar incólume por um teste de antecedentes criminais e ser um cidadão americano.

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O fracasso total de Dragonball Evolution

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Finalmente o público deu seu veredicto ao não assistir no cinema o “Dragonball Evolution”, um filme baseado no popular mangá japonês criado por Akira Toriyama. Na primeira semana de projeção nos Estados Unidos só arrecadou 4 milhões de dólares, nada, se levarmos em conta que teve um custo de 50 milhões.

Como ‘fã’ da série criada por Akira Toriyama, digo não há como gostar do longa-metragem. Desde o título – que mudou de Dragon Ball para Dragonball – este filme deve ser encarado como um projeto levemente inspirado nos mangás.

Como disse o próprio Toriyama: “Talvez a melhor maneira para que eu e todos os fãs possamos apreciar [o filme] é pensar nele como um Dragon Ball de uma dimensão diferente.”

A maioria dos fãs do desenho original se decepcionou com todas as mudanças feitas na história, além da falta de veracidade das lutas e até mesmo mudança de personalidade dos personagens.

Internacionalmente conseguiu arrecadar 25 milhões de dólares que somados aos 4 milhões dos EUA, chega aos 29 milhões e fica bem longe do investimento realizado pela FOX. Por esta razão os críticos já afirmam que este é um dos maiores e rotundos fracassos cinematográficos dos últimos tempos.

A ira, e o desencanto do fiel público do mangá foi sentido pela FOX que talvez desista da ideia de realizar uma trilogia ou que pelo menos repense em fazer algo mais fiel ao manga original, mudando todos os atores e inclusive o diretor.
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As várias mudanças meio que bagunçaram a história, que convenhamos, já não poderia ser grande coisa no cinema. O fato do Goku estar na escola não é tão bizarro, acho até que os produtores quiseram juntar um pouco a personalidade do Goku com a do Gohan, seu filho, que em certa parte da Saga Z, freqüentou o colégio e teve um relacionamento com a Videl, que lembra muito o do Goku com a Chi Chi no filme.

A história é basicamente a busca pelas Esferas do Dragão, para impedir que Lord Piccolo se vingue da humanidade por passar os últimos 2000 anos preso.

Uma coisa que é bem perceptível durante o filme, é que ele foi produzido para crianças. Não espere ver neguinho tomando soco na coluna e gorfando sangue. É tudo bem light, o que pode desagradar muita gente que esperava uma destruição absurda.

Quando conhecemos Goku (Justin Chatwin) ele é um adolescente prestes a completar 18 anos, vítima dos valentões do colégio e com hormônios à flor da pele, babando por um segundo de atenção da bela Chi Chi (Jamie Chung).

No dia do seu aniversário, ele ganha a esfera do seu avô, que promete lhe contar no jantar a história do seu passado e o significado do tal globo que tem quatro estrelinhas. Os feromônios, porém, falam mais alto e à noite ele escapa para ir a uma festa se encontrar com a garota dos seus sonhos, que além de linda conta para ele que também treina lutas e vai participar de um campeonato. Enquanto isso, seu avô enfrenta Mai (Eriko Tamura) e seu mestre, Piccolo (James Marsters), que estão atrás das esferas para concretizar o plano de vingança depois de passar anos aprisionados.
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Ao chegar em casa e ver toda aquela destruição, Goku ainda tem tempo de protagonizar a já gasta cena do último suspiro, em que seu avô diz antes de morrer o que aconteceu por ali e soltar aquela frase profética (“Sempre tenha fé em quem você é”) sobre o que vai acontecer com o futuro do garoto. É nesse momento que ele conhece Bulma (Emmy Rossum), que também está atrás das esferas. Tão inteligente quanto linda, ela inventou uma máquina que consegue captar a energia emitida pelas tais globos estrelados. Antes de começar a jornada atrás das sete esferas, eles têm de passar na casa do Mestre Kame (Chow Yun-Fat), que vai ajudar Goku a desenvolver seus poderes.

Como você pode ver, é uma sinopse até empolgante, apesar de bem genérica e que, com pequenas mudanças, poderia se encaixar em vários outros filmes. Mas se você quer saber como as pessoas por trás do projeto encaram o longa, veja a sinopse oficial, presente na novelização do roteiro: “Goku pensava ser um estudante normal de colegial, até que descobriu possuir dons de artes marciais com todos os tipos de poderes malucos. Agora ele e seu novo grupo de jovens guerreiros estão numa jornada para achar as esferas antes que ela caiam em mãos erradas. Mas elas talvez já estejam! Goku deve combater o malvado e lunático Piccolo com todo seu poder para salvar o planeta Terra.” Sim: Goku e seus amigos metidos em muuuuitas confusões!

E para combinar com essa sinopse “Sessão da Tarde”, os efeitos especiais também têm cara de baratos, daqueles que se vê em séries de TV sem orçamento – algo que faz diferença na tela grande. As atuações acompanham o nível técnico. Justin Chatwin tem cara de perdido. Jamie Chung e Bulma são as empolgadas. James Marsters e Joon Park (Yamcha) são os careteiros, Eriko Mai a muda e Chow Yun-Fat até tenta enganar, mas está ali só para pegar o cheque.
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Condense esses problemas em apenas 89 minutos e você tem em mãos um filme frenético, que não dá espaço para o desenvolvimento correto dos personagens, nem da história. Pode ser um sucesso de bilheteria? Pode. Afinal, são milhões de fãs espalhados ao redor do mundo, que já consumiram mais de 150 milhões de exemplares dos mangás. Porém, o filme não foi feito para eles (nós), mas sim para crianças que não conhecem nada da mitologia da série.

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