Posts tagged amor

D. Gray Man

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Heart

“Um cara que realmente ama sua garota não precisa de desabotoar sua camisa para ter uma visão melhor do seu coração.”

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Cacos

Não se busca um amor. O que se busca é um sonho de amor. Sonho criado e reinante exclusivamente na mente de cada um. No mundo exterior, não existe amor. O que há são reflexos do sonho de amor que guardamos no peito, esse segredo trancado, indizível, indubitável, infinitamente sonhado em retroalimentações sentimentais, caminho tracejado rumo à felicidade, liga-pontos de plenitude. O que colhemos no caminho são reflexos do que brilha dentro de nós. Porque o amor não brilha fora, brilha dentro. O que existe fora é reflexo — reflexo que existe apenas sob o nosso olhar. Mas alguns cintilam tanto que parecem o próprio amor.

Fonte: Volumetria

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23h52

O amor é que nem a ignorância. Quem não sabe de nada vive mais feliz na média dos dias. Mas também não tem os picos de felicidade de quem sabe além da conta. Nem os buracos negros. Os hipersensíveis, os supraconscientes, são catapultados de um extremo ao outro, do incrivelmente sublime ao mais profundo desespero, angústia, vazio. Se você é ignorante, vive uma coisa mais uniforme, contínua e previsível. Estável. A vida não é tão saborosa, mas também não é tão sofrida, porque você está seguro, não se deixa atingir. Com o amor é mesma coisa. Sem gostar demais de ninguém, a vida é mais uniforme, controlada, uma tarde de quarta-feira. A paixão não é garantia de felicidade. É um distúrbio. E, ainda assim, nada é mais intrigantemente belo.

Fonte: Volumetria

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“a coisa mais importante que se pode aprender é amar, e em troca amado ser”

Mas a história termina quando para o outro, o termo responsabilidade adquire maior importância que o termo amor. Ou quando toda essa conclusão anterior acaba por ser apenas um erro de interpretação. Meu, é claro.

mas aí,
whatever.

Fonte: Un_Licensed

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Ódio e Amor.

cb

– O òdio dá muito trabalho por aqui; mas mais, o amor.Então, amor brigão! Ò ódio amoroso! Ès tudo, sim; do nada foste criado desde o princípio. Leviandade grave, vaidade séria, caos imano e informe de belas aparências, chumbo leve, fumaça luminosa, chama fria, saúde doente, sono sempre esperto, que não é nunca o que é. Eis aí o amor que eu sinto e que me causa apenas dor. Não queres rir?
– Não, quero chorar.
– Por quê?
– Por ver que tens opresso o coração.
– Do amor é sempre assim a transgressão. As dores próprias pesam-me no peito; mas agora redobras-lhes o efeito com mostrares as tuas; o tormento que revelaste, ao meu deu mais alento. O amor é dos suspiros a fumaça; puro, é fogo que os olhos ameaça; revolto, um mar de lágrimas de amantes…. Que mais será? Loucura temperada, fel ingrato, doçura refinada.

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