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Madina Lake – Not For This World

Eu acordei de um sonho de passagem.
Foi no meio da noite.
Eu estava acordado? Eu estava dormindo?
O que eu estava fazendo lá fora?

Eu vi um homem vindo das árvores
Ele veio e sentou ao meu lado
Ele disse: “Rapaz, se você não seguir os seus sonhos,
Você vai morrer um dia. Assim como eu.”
Então ele se levantou e foi embora
E comecei a pensar.
Ele se virou, eu vi seu rosto
E eu olhei profundamente em seus olhos,
E me dei conta de que o homem era eu.

Você não é para este mundo,
Este mundo é para você
E agora é a hora.
(Não há amanhã!)
Então, faça o máximo de cada dia
Enquanto você está vivo
(Erga-se para alguma coisa!)

Contemplo todos os meus dias
E tudo que eu tenho medo de mudar.
Nunca bom o suficiente, demasiadamente tarde?
Sempre desculpas.
Eu costumava pensar que se eu nunca tentei,
Eu nunca iria falhar.
Agora eu percebo, não posso fazer nada.

Você não é para este mundo,
Este mundo é para você
E agora é a hora.
(Não há amanhã!)
Então, faça o máximo de cada dia
Enquanto você está vivo
(Erga-se para alguma coisa!)

Um pouco tarde demais
E aí você morre
E ninguém sabe sequer o seu nome.

Não deixe que sua sabedoria derrote seu coração
Seu coração dá-lhe os melhores conselhos.

Acredite!
Acredite!

Você não é para este mundo,
Este mundo é para você
E agora é a hora.
(Não há amanhã!)
Então, faça o máximo de cada dia
Enquanto você está vivo
(Erga-se para alguma coisa!)

Pelo quê você acredita.
Pelo quê você acredita.

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Carnificina.

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As carnificinas cinematográficas só são difíceis de engolir se, em algum nível, a pessoa acreditar que as torturas estão sendo infligidas nela. Na verdade, é irônico que esses espetáculos tenham reputação ruim entre os fanáticos pela Bíblia, já que os horripilantes efeitos especiais dependem, para impactar, da compulsão decididamente cristã da platéia de se colocar no lugar de seu semelhante. Mas eu havia descoberto o segredo: não só que não era real, mas também não era eu. Com os anos, vi decapitações, estripações, desmembramentos, empalações, crucificações, escalpos e olhos sendo arrancados e nunca pisquei um olho. Porque eu havia sacado o macete. Se você não se identifica,o horror e a sangüinolência são tão desconcertantes quanto ver sua mãe preparando um estrogonofe. O lado prático da violência é geometria rudimentar, suas leis, as mesmas da gramática. Assim como a definição escolar do que é preposição, a violência é qualquer coisa que um avião pode fazer a uma nuvem.

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Desistir.

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Confesso que nunca li tanto como tenho lido ultimamente, preciso disso.
Ler expande a mente, o saber não ocupa espaço….
Achei isto aqui bem interessante:

“És como a minha sombra. Quanto mais fujo, mais corres atrás de mim. Quanto mais te tentava agarrar, mais tu conseguias escapar. Outrora já fomos só um, ainda sinto a fragancia de verdadeiro amor vindo de nós. Hoje, só não quero sentir o teu odor, tresandas de traições. Ainda sinto as feridas abertas, de todas as tuas facas em que me deitei desde aquele dia. Verdade e realidade que me tentas distorcer.
Cada vez que penso em tudo, compreendo que as feridas saradas tornam-me cada vez maiores, e menos sensível à dor. Hoje, acredito que foi positivo. Estou cansado de correr. Desisto.”

Aí fico pensando…quantas vezes você me disse realmente o que estava pensando?
Tenho visto muita coisa ultimamente, quero dizer, já via antes, mas agora, muito mais. Tenho visto homens enfiados nas igrejas nos dias de culto, acompanhando suas esposas (e filhos, se tiverem), levantando suas mãos, orando, sendo tão politicamente corretos e religiosamente hipócritas e durante a semana, os pés correm em diversos caminhos de adultério, sem nenhum remorso ou culpa, afinal, a mente já cauterizou e o coração não condena mais…não há mais a condição de “pecado”, enfim,  obrigaram-me a experimentar isso.
E senti a morte.
Morte dos sonhos.
Morte da esperança.
Morte moral.

Ser traido é tão intenso, que nos faz perder o norte. Perdemos todos os referenciais… tudo perde o sentido… a coisa chega a tão ponto, que quase chegamos a desmaiar.

Ainda dentro do contexto da traição… Ela é mais intensa ainda, quando sabemos que ela foi premeditada… foi avaliada, calculada, pesada e então a faca foi cuidosamente enterrada entre suas vertebras de forma a matar e não nos deixar gritar.

Fico me perguntando o porque as pessoas traem… Como que um ser humano pode planejar a traição de alguém que lhe quer bem? Alguém que está ao seu lado? Alguém com que se viveu e quem sabe, poderá viver BONS momentos?

Sem sentido? Não existe? Só se vê em novelas ou filmes?

Que nada… já fui esfaqueado de diversas formas e intensidades pelo menos uma dezena de vezes. Na sua maioria, todos foram planejados, avaliados, pesados e até calculados.

O que é permitido ao traído nesta ocasião?

Matar o traidor?
Pagar com a mesma moeda?
Planejar uma vingança maligna?
Reclamar?
Escrever no seu Blog?
Um tiro na cabeça?

Adoraria que alguém me respondesse.

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